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Polícia & Justiça
Edição de 21/05/2013
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Advogado
O advogado João Tork aproveita licença de saúde na Defensoria Pública para estudar em casa vários livros de direito penal e processual penal, matérias em que é especialista.
Comandante
Coronel Hilberto Figueiredo, comandante geral do Corpo de Bombeiros, tem investido na instrução da tropa Bombeiro Militar com cursos de formação e aperfeiçoamento para aprimorar o padrão da tropa.
Juiz
Miguel Lima dos Reis Júnior, juiz de direito vice-presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Pará, titular do Juizado do Idoso, merece o respeito e o carinho da chamada terceira idade: o magistrado é solícito, diligente e atencioso com o povo.
Vovô
No final de semana passado faleceu o jornalista policial Ítalo Gouveia, fato registrado por seus colegas de profissão. Carinhosamente chamado pelos colegas de "vovô", Ítalo Gouveia era uma lenda viva do jornalismo policial, atividade que conhecia como ninguém.
Fonte
Sua maior fonte de informação era a própria polícia, os policiais, que o conheciam. Pela antiguidade na atividade jornalística, era conhecido por todos. Policiais civis e militares. Antes do celular, o telefone residencial, da redação e o bip eram instrumento de trabalho. Com a chegada do celular, era comum ele comparecer no local de crime antes mesmo da polícia.
Geração
Ítalo Gouveia sabia elogiar os bons policiais e denunciar as mazelas cometidas por integrantes da polícia. Ele faz parte de uma geração de profissionais. Junto com o saudoso Francisco de Assis e o velho Reimão, deram os maiores furos do jornalismo policial.
Convite
Querido na polícia, muitas vezes ele almoçou conosco no quartel do Patam, atendendo a convite do coronel Daniel Nogueira Lima, e participou de várias festas de confraternização com dona Telma, sua querida esposa. Fica o exemplo para tantos jornalistas que iniciam a carreira, um exemplo de dedicação e humildade profissional.
Derradeiras
Verdadeira covardia o frio assassinato da comerciante Suely Pereira da Conceição, morta na porta de sua própria residência, no Icuí-Guajará. A empresária levou quatro tiros durante um assalto realizado por três bandidos, na sexta-feira.
Uma família destruída pelo crime. A família, imersa na dor da perda para sempre, e os bandidos, livres para continuar a ceifar mais vidas inocentes. Triste realidade.
O Pará vem se tornando celeiro de produção e exportação de maconha. O número de plantações descoberto pela polícia demonstra que a atividade cresce em várias regiões do Estado.
Ao invés de plantar mandioca, cana, feijão de corda, banana ou caju nas glebas e assentamentos, muita gente prefere plantar maconha, que é muito mais lucrativa. Pela quantidade de marijuana apreendida, os agricultores são financiados por gente poderosa economicamente.
Como acontece a cada licença concedida para a malandragem passar dia santo, feriado e data comemorativa nacional em casa, grande parte dela não retorna, passando à condição de foragidos da justiça.
Esse pessoal não vai para a congregação rezar, não. Vai para a rua meter o bicho. Com a chancela das autoridades.
Perito Cardoso, 40 anos de bons serviços prestados ao Estado e à Polícia Civil, sempre atuando na Divisão de Polícia Administrativa.
Ivanildo Alves
redacao@jornalamazonia.com.br
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