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Instituto de Arte do Pará (IAP) divulga vencedores em edital 2011

Edição de 22/09/2011
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O Instituto de Artes do Pará (IAP) divulgou a lista dos selecionados no Prêmio IAP de Artes Literárias 2011, concedendo aos selecionados a publicação das obras nos gêneros poesia, conto, ensaio, dramaturgia e romance. A listagem com os nomes dos premiados foi divulgada no Diário Oficial na segunda-feira (19).

Os homenageados em 2011 foram: Maria Lúcia Medeiros, Max Martins, Vicente Sales, Haroldo Maranhão e Nazareno Tourinho. Criado em 2002, o Prêmio IAP de Literatura foi o primeiro no Estado a garantir a publicação das obras dos autores contemplados, sendo já publicados 28 livros.

No Prêmio Max Martins, os vencedores são Elaine Pereira Machado Soares (Gênero: poesia – Obra: "Crisálida") e Herley Farias Dolzane (Gênero: Poesia – Obra: "I nome-nada"); no Prêmio Maria Lúcia Medeiros, Daniel da Rocha Leite ( Gênero: Conto – Obra: "Ave Eva") e João Pereira Loureiro Júnior (Gênero: Conto – Obra: "A festa dos mortos"), no Prêmio Vicente Salles: Relivaldo Pinho de Oliveira (Ensaio – Obra: "Amazônia, cidade e cinema em um dia qualquer no Ver-o-Peso") e Aldrin Moura Figueiredo (Ensaio – Obra: "Os vândalos do Apocalipse"), e no Prêmio Haroldo Maranhão: João Bosco Maia da Silva (Romance – Obra: "666– O Tragicômico Percurso") e Carlos Correia Santos (Romance – Obra: "Senhora de todos os passos").

O trabalho de Relivaldo de Oliveira, que reflete suas pesquisas para sua tese de doutorado, estudou o filme de Líbero Luxardo, "Um dia qualquer", produzido no início da década de 1960, o primeiro longa-metragem do Pará, e o curta-metragem "Ver-o-Peso", de 1984, de de Januário Guedes, Peter Roland e Sônia Freitas, que possui o complexo cultural mais famoso da cidade como cenário.

Segundo o professor da Unama, a ideia do ensaio foi observar os filmes como elementos que se relacionam com determinados contextos históricos, sociais, discursivos. "Desse modo compreendo que formas estéticas como esses filmes podem ser lidas como pertencentes a épocas, tomando-os como um aspecto da realidade representativo para se falar de determinadas experiências pertencentes à sociedade amazônica", diz Oliveira.

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