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Vigia - Cidade da Folia

Cidade da Folia Assim podemos chamar sem sombra de dúvida para a cidade de Vigia. Brincar carnaval naquele município está comprovado. É realmente se deliciar da falia do momo. Cidade lotada de brincantes, comida farta, bebida, e disposição isso sim é tudo. Muita disposição da cidade em receber seus visitantes e proporcionar alegria para o folião que vai em busca de diverção. Como a cidade não dispobiliza elevado numero de hoteis, tem as casas dos moradores. Os proprietários aproveitam o momento para alugar suas casas e ganhar algum dinheiro extra. É tradição as pessoas alugarem suas casas, principalmente no centro da cidade e nesses dias buscam a opoio de algum parente para ficar até a final do carnaval, quando a cidade volta a normalidade. Apesar da cidade receber significativo números de foliões, pode observar a tranquilidade dos brincantes. As confusões pouco ou quase nada se observar. Claro que em algum lugar deve ocorrer algum desentendimento, afinal se sabe o quanto a bebida alcoolica estimula as pessoas, porém se isso aconte é exceção. A regra geral, o que se pode observar é um carnaval tranquilo, de paz, das famílias. É muito comum ver pais, mãe, filhos, crianças. Ou jovens, parentes, enfim, um espaço muito legal paa quem realmente que se divertir. Sem contar com os dois tradicionais blocos das Virgienses e Cabraçudas que dão um toque muito especial no carnaval vigiense. Homens vestidos de mulheres e mulheres vestidas de homens.

CARAS PINTADAS

Realmente eles roubaram a cena da festa na caminhada que saiu do cais do porto e terminou no bairro de São Braz. Os grupos indígenas fizeram bonito com sua caminhada acelerada e animada, cantando do início ao fim do trajeto. E tinha mais: quando a multidão que, justiça se diga, estava muito recatada, não saía da frente. Cuidado! Homem branco pode ser 'atropelado'! No bom sentido da palavra, é claro.

Acostumados com seus rituais, os indígenas cheios de energia deram um toque de magia na grande caminhada de abertura do Fórum Social Mundial. Praticamente foi o útimo grupo que se apresentou no palanque oficial montado em frente à estátua de Pedro Teixeira (praça Mauá) na escadinha do cais do porto para render sua homenagem ao grande evento e para a grande população que ali estava concentrada na ocaisão da abertura.

Naquele momento caiu a chuva, que também deu um toque muito especial no acontecimento, pois ainda era cedo e fazia muito calor, principalmente para a massa humana que ali estava. Só que durante a caminhada pela Presidente Vargas e avenida Nazaré, o grupo indígena foi tomando força e as pessoas que faziam parte da caminhada começaram a acompanhá-los com mais intensidade.

O que se pode obervar ao longo da avenida Magalhães Barata eram as pessoas de maneira acelerada seguindo o animado grupo, cantando suas músicas, porém com vontade, determinação e confiança, o que acabou contagiando a todos. Os fotográfos, particularmente, se fizeram com a abundância de cenas disponíveis para registros.

Pode se constatar ainda que toda a caminhada após a abertura oficial do Fórum foi muito ordeira, democrática, onde cada grupo se manifestava da maneira que bem entendesse. Todas as opiniões foram nitidamente respeitadas pelo menos, naquele cenário. Em 27/01/2009.

 



Indignação com a UFPA

Gostaria de registrar minha indignação, no que diz respeito ao vestibular, em particular, da UFPA e, principalmente ao Governo no âmbito educacional.

Infelizmente, a nossa universidade está cada vez mais desorganizada. Imagine só a surpresa dos vestibulandos ao encontrar erros no listão da 2ª fase do PSS no próprio site da UFPA. Imagine o quanto desesperados e descrentes ficamos. Para onde vai a credibilidade desta Universidade Federal? Sem falar no sistema de cotas, implantado para, com esse “benefício”, cegar-nos à incompetência de nosso governo em nos proporcionar uma base educacional de qualidade. Estão apenas tentando “tapar o sol com a peneira”! E nós, nos iludimos! Veja a diferença na pontuação dos estudantes cotistas e não-cotistas, aprovados à 3ª fase do PSS 2009. É absurda! E ainda tem a “cota cor”, como se a raça negra fosse intelectualmente incapaz, precisando de um empurrãozinho para adentrar em uma universidade. E o pior, é que existe uma comissão para julgar se o candidato é negro ou não. Como é que se julga, visualmente, a raça de alguém? Em genética aprende-se que existem vários pares de genes que caracterizam a cor de pele. Genes! Ou seja, para saber quais genes você possui, somente analisando o seu DNA. O que, obviamente, não é feito! Sabemos também que, historicamente, muitos negros tiveram pouco ou nenhum acesso a educação, saúde, dignidade... Mas não vai ser com ofertas de vagas no ensino superior que isso vai ser apagado!

O papel do governo é garantir os direitos do cidadão, dentre eles, o acesso a educação. O direito da isonomia: todos, sem exceção, devem ser tratados de forma igualitária. O ensino público está sucateado. Não há investimentos na área de ensino e pesquisa. Até quando vamos continuar sendo subornados com uma vaga, para fechar os olhos ao descaso com nossa educação? Até quando vamos esperar para ter o mínimo que nos é garantido pela constituição? Até quando? Basta! Queremos um ensino público de qualidade! É um direito que nos assiste.



Memória

Neste domingo (11), aconteceu o lançamento do livro Cidade Velha-Cidade Viva - Oficina Escola de Escritores no espaço Fórum Landi localizado no Bairro da Cidade Velha. Autoria da reunião de dezoito artigos desenvolvidos por personagens comuns da comunidade, que agregam diversas formações profissionais e que tem um hábito em comum, o de escrever.


O livro, originário da oficina desenvolvida na Casa da Linguagem, tem como objetivo resgatar parte da história, já que o bairro, cena de inspiração, é rico de informações, que ao longo dos anos vem se desgastando. Com o objetivo de reverter essa situação e trazer à tona, principalmente para o público mais jovem, essas preciosas informações retornam através do livro. Fruto do casamento ocorrido entre o Grupo de Engenharia da Faculdade de Engenharia da UFPa e da Associação Cidade Velha - Cidade Viva, que após um bate-papo entre seus dirigentes, foi despertado a idéia de se escrever um livro. Isso aconteceu graças a coleção de dezoito artigos desenvolvidos por pessoas anônimas, que firmaram o compromisso consigo mesmo e buscaram informações precisas através de depoimentos de antigos moradores, pesquisas bibliograficas, fotos antigas, enfim... fontes fidedignas, capazes de reconstituir parte da memória, já vivida por muitos moradores daquele bairro.


Além da parte literária, o livro também é recheado de fotos recentes, como da Catedral da Sé, Igreja de Santo Alexandre, Azulejos da época, Palácios Antonio Lemos e Lauro Sodré, Casarões antigos, praça do relógio, etc. sempre havendo uma relação entre a matéria e a imagem, que graças a parceria da Fundação Curro Velho, que disponibilizou os alunos do curso de fotografia para contribuirem com o sucesso do Projeto. Registro ocorrido em 12/01/2009 no Fórum Landi, às 18h56.



Exigência de direito

 Foto de Tomé-Açu, ponte de acesso interditada. Até os índios protestaram. Querem Carlos Vinícius no comando da prefeitura. Reivindicação às 18h40. 



Situação em Tomé-Açu
 A situação em Tomé-Açu está lastimável, a cidade está sem comando e a ponte de acesso está interditada. Ninguém entra e ninguém sai. O povo exige a posse do prefeito mais votado da cidade. Foto da cidade de Tomé-Açu às 18h20, dia 08/01/2009.

Sem melhorias

Entra e sai prefeito, mas ninguém consegue resolver os problemas dos moradores da tv Quintino Bocaiúva, entre rua Fernando Guilhon e Caripunas. Moro aqui há 39 anos e sempre foi a mesma coisa...


Essa foto foi tirada ontem após a chuva. Pagamos caro pelo IPTU e não vemos melhorias, até quando vamos aguentar essa situação?


Tenhos amigos que moram no RJ, SP, e sempre brinco com eles. Os amigos me perguntam onde vou passar as festa de fim de ano, eu digo que vou passar em Veneza, mas na Veneza Paraense, então eu mostro a foto da minha rua, que alaga tanto no Natal quanto no Ano Novo. Essas fotos foram tiradas 21/12/08 às 18:34



Enchentes na Travessa Quintino Bocaiúva, entre Fernando Guilhon e Pariquis.

Com a chegada do período chuvoso, nós os moradores da Quintino já estamos apreensivos, pois, assistimos todos os anos e, durante todos os meses, porém, com mais intensidade no período intenso de chuvas, nossos lares serem invadidos pela enchente sob risco de diversas doenças, sem o direito de ir e vir com dignidade.
 
Temos nossa estima afetada, sem o direito de poder receber visitas em nossas casas, sem passar o vexame de ver nossas casas invadidas pela água suja e com mal odor, ou ter quer desmarcar compromissos por não poder sair na rua alagada ou, ainda, não saber a que hora voltar para casa por causa da enchente.
 
Por conta disso é preciso até usar acessórios pouco comuns como botas, para assim tentar minimizar os efeitos nocivos que poderiam causar o contato com a água contaminada.
 
Imploramos socorro da Prefeitura de Belém! Essa foto é de um trecho da Quintino entre Fernando Guilhon e Timbiras em plena enchente em 19/01/2008 às 13h47.


 
FÉRIAS INESQUECÍVEIS
 
 
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